2º Trecho

Oi,

Continuando:

Lembro que na época eu era moleque de tudo, preenchia meu tempo com as manhãs no televisor e as tardes no colégio. No colégio eu era um aluno na média e preferia educação física e sempre ficava devendo nota em matérias como língua portuguesa e educação artística, sempre fui inquieto e ansioso desenhar e pintar para mim era castigo rs rs rs. Acredito que com o tempo as cenas do filme pornográfico foram ficando esquecidas e o episódio do professor de natação também, pois no inverno eu não tinha natação e acabava me afastando daquela realidade.

Nesta idade as amizades ficavam restritas ao colégio, creio que era novo para ficar com amigos na rua e minha mãe não gostava que eu fosse à casa de outros amigos, ela sempre falava que as mães não gostavam de bagunça em casa etc…. Então eu brincava muito com ela e com meu pai, no geral eu esperava meu pai chegar para jogar bola ou brincar com um antigo ferrorama. Sempre acontecia ele chegava e ia tomar banho e depois comia um monte de comida e a gente brincava enquanto ele assistia televisão e minha mãe lavava a louça do jantar.

Um final de semana que ficou marcado na minha infância foi quando fomos para casa de um tia que morava na mesma cidade que a nossa, só que morávamos em bairros bem distante. Chegando na casa desta tia, nós fomos entrando e eu meu pai gritando o nome da minha tia e tio… de longe meu tio respondeu: “Entra… estou no quarto.” Fui correndo até lá e meu pai logo atrás andando, quando cheguei na porta que estava aberta vi meu tio saindo do banheiro peladão com o calção nas mãos, fiquei parado olhando enquanto ele me falava oi.. tudo bem?! Respondi que sim e corri o olho no corpo dele, ele branco, com bem peludo no corpo todo e com um grande pau mole balançando, lembro que o saco era bem peludo como o restante do corpo e que as pernas dele era mais grosso do que os calções revelavam, em um único movimento ele colocou a pequena e apertada bermuda velha e neste instante meu pai chegou atrás de mim e eles começaram a conversar. O fato ocorreu na manhã de um sábado de primavera e podemos chamar meu Tio de M.C. Deixei eles conversando e fui para fora da casa, e lá pude sentir toda aquela ansiedade e curiosidade voltando e eu pensava “nossa ele não usa cueca? Será que nunca usou? Será que tem homem que não usa? É normal?” muitas perguntas surgiam em questão de segundos e logo a cenas do filme voltaram a passar na minha mente e também a cena ocorrida após a aula de natação.

Agradeço de coração aos amigos que entraram em contato através do email, assim que conseguir uns minutos aqui no trabalho eu responderei cada um de vocês.

Aguardo contato de cada um que tenha algo a dizer ou perguntar, tentarei responder as perguntas dentro do relato, assim posso ter a oportunidade de esclarecer o maior número de dúvidas.

Até breve amigos.

jrcoisasdopassado@gmail.com

1º Trecho

Olá,

Começo hoje um projeto que tive no papel por vários anos, não sei se por medo, insegurança ou muitos outros fatores que vive ao longo destes anos. Posso afirmar que após anos de terapia aprendi que não falar ou negar um fato vivido é algo perigoso e pode trazer tristes consequências com o passar dos anos.

Solicito a compreensão de todos, pois não sou um escritor e minha intenção não é montar um conto “erótico”, “pornográfico” e “fictício”, ou coisas do gênero, quero apenas partilhar sobre meu passado e gostaria muito de poder conversar com outras pessoas que passaram por essa situação ou coisa parecida. Por isso o nome deste espaço é (coisas do passado).

Vou me apresentar:

Chamem-me de J.R, tenho 32 anos, sou graduado, casado e moro no estado de São Paulo.

Não temos filhos, mas estão nos nossos planos para os próximos anos, minha esposa tem 30 anos o que nos permite alguns anos de planejamento e também para curtir a vida de casal sem filhos é claro. Tenho 1.87, 78K, olhos e cabelos pretos.

Vou começar com pequenos trechos dos fatos que lembro e espero com o passar do tempo e com apoio de todos que eu possa conseguir fazer os textos mais claros e maiores, como disse não sou escritor me falta a didática da escrita, desde moleque sempre fui melhor com os números.

Fui criado em uma família da extinta classe média baixa, grande e muito unida, eram churrascos nos finais de semana e toda data comemorativa aconteciam grandes encontros.

Em casa éramos três, papai, mamãe e eu. Sempre fomos muito ligados e a falta de dinheiro na época não nos afastava, pelo contrário me deu força para estudar e conseguir ter a vida que levo hoje, com segurança, conforto e sem apertos inesperados.

Desde moleque eu sempre fui muito curioso. Me recordo que a primeira vez que tomei conhecimento de órgãos sexuais foi encontrando uma fita (VHS) pornográfica em casa, antiga, era uma pornochachada (acho que escreve assim). Era a história de um pai que preocupado com filho (por ele não ter namoradas), contrata uma garota para meter com ele e outra com o filho, no final vira a maior suruba entre os quatro…

Esse vídeo ficou na minha cabeça por muito tempo e ele me fez reparar em coisas que antes  passavam despercebidas. A primeira foi em reparar mais no meu pai para ver detalhes que eu não prestava atenção como, por exemplo, o órgão sexual das pessoas.

Eu que já me achava curioso comecei aí a ver todos ao meu redor com olhos diferentes, fazia de tudo para espiar o maior número de pessoas nuas, como eu era novo (ainda não gozava), mas já tinha percebido que em determinadas situações meu pipi dava sinais de vida e tinha começado que ele ia além do xixi.

No manhã seguinte de ver o vídeo eu tive aula de natação e me lembro de ficar olhando para o órgão sexual de todo mundo que nadava comigo, todos estavam com roupa de banho, mas mesmo assim eu olhava para tentar ver as diferenças entre homens e mulheres, mulheres e mulheres, homens e homens…

No vestiário eu via os meninos pelados e tudo parecia igual por conta da idade parecida, com exceção de alguns com idade mais avançadas que começavam a ter pelos e as vezes tinham vergonha e se trocavam nas cabines com as privadas.

O que eu esperava mesmo era poder ver o professor, ele sempre esperava a turma sair do banheiro e por último ia se secar e colocar o agasalho, levaram algumas aulas para que ei conseguisse ver o professor sem a sunga.

Ele era de estatura baixa, devia ter uns 35 anos, moreno (queimado do sol), tinha o cabelo raspado e sempre sorridente, ele era noivo de uma mulher que também dava aulas de natação. Por sem baixo ele era bem forte nas coxas e tinha os glúteos grandes e na parte da frente ele não tinha um grande volume, sempre usava a sunga do clube verde escuro ou azul escuro, sunga da época modelo cavado, não igual as que vemos hoje tipo shorts. Ele entrou no vestiário e eu ainda estava lá arrumando minha mochila pela 30º vez, a me ver ele falou um alto e claro “Olá J.R”, sem rodeio ele tirou a sunga e entrou no chuveiro ficando de costas para mim, puder ver como era grande a bunda dele e como ele naturalmente era branco, a marca da sunga estava bem forte e ele não tinha nenhum pelinho na parte de trás do corpo, sem rodeios ele virou e pude perceber que ele era liso na frente também (diferente dos caras da fita pornô e também dos homens adultos que eu convivia (Pai e Tios)). Realmente ele não era muito dotado e o pinto dele era coberto por uma pele, tinha um bicão e quase não consegui ver o saco. Isso tudo foi rápido levou no maximo um minuto me deixou tremulo, ofegante e um grande frio na barriga, não fiquei excitado. Ao sair do vestiário o tio da van estava nervoso comigo e levei uma bronca dele na frente de todos.

Por dias eu fiquei com mais duvidas e por consequência mais curioso….

Esse foi o primeiro trecho e em breve irei atualizar esse espaço.

Espero que se identifiquem e caso queiram entre em contato através do email.

jrcoisasdopassado@gmail.com